20/05 (QUA): Adufs realizará mobilização sem paralisação
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O
"Grito por Fora Bolsonaro, vida em primeiro lugar" ecoou de forma unitária
pelas ruas de Feira de Santana, nesta terça-feira (7), somando-se aos mais de
200 protestos realizados em todo o território nacional e outros países para
marcar o Grito dos Excluídos e Excluídas, no histórico Dia da Independência.
Este foi o quinto ato público contra o governo corrupto, genocida e autoritário
de Bolsonaro, que teve suas políticas criminosas evidenciadas na gestão da
pandemia. Diretores da Adufs e outros professores da Uefs marcaram presença na
mobilização, iniciada com concentração em frente ao Sindicato dos Trabalhadores
Rurais, bairro Barroquinha, e caminhada até a Prefeitura Municipal, onde houve
falas e o encerramento das atividades. Diretores da associação docente também
compareceram à mobilização realizada em Salvador. A imprensa local fez a
cobertura jornalística da atividade.
Apesar da tensão provocada ao longo dos últimos dias pelas ameaças de confronto por parte de grupos pró-Bolsonaro, os manifestantes mantiveram-se firmes. Foram expostos o atraso na vacinação dos brasileiros; a indignação com as mais de 583 mil mortes, milhares delas evitáveis, por Covid-19 no Brasil, em função da política criminosa e negacionista do governo federal; o desemprego; a alta da inflação, que traz o aumento da pobreza e da fome; os constantes ataques aos direitos dos trabalhadores e ao Sistema Único de Saúde (SUS); o corte no orçamento da educação, saúde, ciência e tecnologia, entre outras pastas; a destruição das políticas sociais e ambientais; a privatização das empresas públicas; entre outros ataques.
Ainda
na pauta do ato público, reivindicações como moradia, comida, trabalho e renda,
participação popular na política, justiça social e terra. A defesa dos
povos indígenas, quilombolas, ciganos, dos LGBTQIA+ e da população
pauperizada, que em meio à pandemia descontrolada lutam ainda mais pela vida,
também fez parte da manifestação. Além do governo federal, foi criticada a
política de subfinanciamento da educação pública do governador Rui Costa e do
prefeito de Feira de Santana, Colbert Martins, ainda responsabilizado por
manifestantes de abandonar a zona rural e a economia de subsistência da
cidade.
Ações
antidemocráticas
As
ações antidemocráticas do governo federal, que resgatam o Brasil da Ditadura
Militar, também foram alvo de denúncia dos manifestantes. A lista de Bolsonaro
é vasta e inclui os protestos pró-ditadura; a militarização dos ministérios; a
perseguição, com base na Lei de Segurança Nacional, àqueles contrários ao
governo; a celebração do golpe de 1964; censura à educação e à ciência;
apologia à tortura; o desfile militar na Praça dos Três Poderes, em Brasília,
no dia 10 de agosto, às vésperas da decisão da Câmara dos Deputados sobre o
destino da PEC do voto impresso, numa evidente ameaça às instituições
democráticas do país; entre outras medidas.
Na
opinião de Sarah Rios, integrante do Conselho Fiscal da Adufs, o aumento dos
ataques antidemocráticos é um subterfúgio do governo Bolsonaro com o objetivo
de desviar a atenção da sociedade para a grave crise enfrentada pelo país nas
áreas social, política, econômica e sanitária. Crise esta provocada pelo
sistema de governo capitalista, que privilegia o crescimento econômico de forma
exponencial, em detrimento de investimentos em políticas sociais,
principalmente para a população de baixa renda, e com os grandes empresários
beneficiando-se dessa política.
Padre
Jorge Fontes, da Arquidiocese de Feira de Santana, pontua que "o projeto do
governo Bolsonaro, antes mesmo do seu mandato, é de destruição e
negação. A população está sendo assolada, enquanto suas políticas atendem
ao banqueiro, agronegócio, fazendeiros e industriais. Somos os porta-vozes
daqueles que tiveram o direito à vida negado", diz.
Ato
unitário
O
Grito dos Excluídos e Excluídas foi organizado unitariamente no Brasil. Em
Feira de Santana, representantes de movimentos sociais e religiosos, entidades
e partidos políticos construíram o protesto. O Movimento Fora Bolsonaro Feira
de Santana, cuja diretoria da Adufs faz parte, integra o grupo que organiza as
mobilizações contra o governo no município.
Durante o ato público, os participantes adotaram os protocolos de segurança sanitária para evitar a propagação da Covid-19, como o uso de máscaras, álcool em gel e o distanciamento social. Um carro de som circulou nos bairros da cidade nos dia 4 e 5 de setembro para anunciar o Grito dos Excluídos, reforçar a necessidade de ir às ruas denunciar os crimes do governo Bolsonaro e convidar a população à luta.
Veja vídeos e fotos do Grito dos Excluídas e das Excluídos no Facebook e no Instagram da Adufs.
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